Toda peça que sai do estúdio Drexis passa pelo mesmo caminho, as seis etapas que resumimos na página inicial como “do digital ao real”. Neste post, contamos um pouco mais sobre o que acontece em cada uma delas, na prática.
Tudo começa na ideia: um pedido de cliente, uma referência de personagem, ou simplesmente uma vontade nossa de testar uma forma nova. A partir daí, entra a modelagem 3D, etapa mais demorada do processo — é aqui que a peça ganha volume, proporção e detalhes digitalmente, antes de qualquer plástico ser derretido.
Com o modelo pronto, vem a preparação: posicionar a peça na mesa de impressão, definir suportes (estruturas temporárias que sustentam partes que ficariam “no ar”), e ajustar parâmetros como altura de camada e velocidade. Um bom trabalho de preparação evita falhas de impressão e economiza material.
Depois é a vez da impressão em si — que pode levar de poucas horas a mais de um dia, dependendo do tamanho e da complexidade da peça — seguida do acabamento manual: remoção de suportes, lixamento de imperfeições e, quando necessário, pintura.
Nem toda impressão sai perfeita na primeira tentativa — e tudo bem. Falhas de aderência, suportes que não saem como esperado, pequenos ajustes de temperatura: fazem parte do processo e são, na prática, uma das partes mais educativas do trabalho com impressão 3D.
Também documentamos boa parte desse processo nos bastidores das redes sociais da Drexis, mostrando peças em diferentes fases de impressão. É uma forma de compartilhar o lado menos glamouroso — e mais real — de transformar um arquivo digital em objeto físico.
Só então a peça está pronta para o envio. Ver esse processo do começo ao fim, repetidas vezes, é o que nos faz continuar apaixonados pelo que fazemos: transformar arquivos digitais em objetos que as pessoas seguram na mão.
